pensamentos extraordinários
"Que não se vanglorie quem ama seu próprio país, mas sim, quem ama o mundo inteiro.
A terra é um só país e a humanidade seus cidadãos."
[Bahá'u'lláh]
um mundo mais extra que ordinário
"Que não se vanglorie quem ama seu próprio país, mas sim, quem ama o mundo inteiro.
A terra é um só país e a humanidade seus cidadãos."
[Bahá'u'lláh]
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Parece-me imprescindível neste novo século que, quer os teóricos, museus, instituições de ensino e todos os restantes agentes integrantes dos circuitos das artes repensem a modificação do processo de trabalho dos artistas com as novas tecnologias, a própria alteração da obra de arte na sua percepção e leitura, os espaços de difusão e ainda a revisão de princípios para a formação de uma nova visualidade electrónica e digital.
Se a história da arte é marcada pelo desenvolvimento dos meios e linguagens que coincidem com o desenvolvimento científico e tecnológico e com o espírito de cada época, o fenómeno artístico-cultural deverá então ser constantemente reavaliado.
Esta é porventura a tarefa dos estudiosos e sobretudo das instituições de nível superior ou organismos culturais, delinear novas chaves e caminhos de compreensão que possam responder às transformações da ciência, da técnica e da arte.
Os artistas devem procurar um maior envolvimento com as mais recentes tecnologias que sintetizam a história da imagem.
Mais, qualquer utopia de carácter retroactivo para impedir esta necessária evolução da história parece-me desperdício de energia útil. Devemos, pelo contrário, conviver com essas tecnologias, apercebermo-nos das suas potencialidades, perceber as suas ameaças, jogar com a lógica dos seus sistemas.
Precisamos de nos envolver no imaginário digital electrónico. Cabe-nos estetizar as tecnologias como outras formas de sentir e pensar.
uma extroversão de encapuzado extrovertido 0 encapuzado(s)
Lembra-te homem, que és pó, e em pó te hás de converter.
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
Terça-feira Gorda. Útimo dia.
Tudo em derredor volta ao normal,
exceto para os lugares citados
Aqui nem parece que há festa
no resto do mundo - só na televisão
Farra hoje É o santo trabalho
Escrevo contos e versos,
conto dinheiro dos outros
NinguÉm me manda mensagens
Meu telefone não toca - tudo é silêncio
Silêncio é música doce
que muita gente não entende
Só hoje só, amanhã não tem mais
E o Carnaval dos meus dias
É hoje e outros tantos depois
Talvez até ligue o rádio,
quero escutar uma música,
pois nestes dias passados,
no silêncio dos carnavais,
imaginem, lembrei-me até do Latim:
"Memento, homo, quia pulvis es
et in pulverem reverteris"
Fernando Tanajura Menezes
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Você me conhece?
(Frase dos mascarados de antigamente)
- Você me conhece?
- Não conheço não.
- Ah, como fui bela!
Tive grandes olhos,
que a paixão dos homens
(estranha paixão!)
Fazia maiores...
Fazia infinitos.
Diz: não me conheces?
- Não conheço não.
- Se eu falava, um mundo
Irreal se abria
à tua visao!
Tu não me escutavas:
Perdido ficavas
Na noite sem fundo
Do que eu te dizia...
Era a minha fala
Canto e persuasão...
Pois não me conheces?
- Não conheço não.
- Choraste em meus braços
- Não me lembro não.
- Por mim quantas vezes
O sono perdeste
E ciúmes atrozes
Te despedaçaram!
Por mim quantas vezes
Quase tu mataste,
Quase te mataste,
Quase te mataram!
Agora me fitas
E não me conheces?
- Não conheço não.
Conheço que a vida
É sonho, ilusão.
Conheço que a vida,
A vida é traição.
Manuel Bandeira
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Há diversas origens possíveis para o carnaval, que remontam a dez mil anos anos antes de Cristo, segundo alguns autores. A palavra "carnaval" pode ter sua origem na expressão latina carrum novalis, com a qual os romanos abriam os festejos, ou na palavra carnelevale, do dialeto milanês, que significa "adeus à carne" - uma alusão ao início da quaresma cristã.
O carnaval português, que foi levado até às colónias (inclusivé o Brasil) sempre teve características bem diferentes do realizado noutros países Europeus.
O carnaval surgiu no Brasil em 1723, com a migração vinda das ilhas portuguesas da Madeira, Açores e Cabo Verde. As festividades carnavalescas, chamadas de Entrudo (palavra de origem latina que significa "entrada"), eram semelhantes às que ocorriam em Portugal - descritas pela Enciclopédia Portuguesa-Brasileira:
"Pelas ruas generalizava-se uma verdadeira luta em que as armas eram os ovos de gema, ou suas cascas contendo farinha ou gesso, cartuchos de pós de goma, cabaças de cera com água de cheiro, tremoços, tubos de vidro ou de cartão para soprar com violência, milho e feijão que se despejavam aos alqueires sobre as cabeças dos transeuntes. Havia ainda as luvas com areia destinadas a cair de chofre sobre os chapéus altos ou de coco dos passantes pouco previdentes e até se jogava entrudo com laranjas, tangerinas e mesmo com pastéis de nata ou outros bolos. Em vários bairros atiravam-se à rua, ou de janela para janela, púcaros e tachos de barro e alguidares já em desuso, como depois se fez também no último dia do ano, no intuito de acabar com tudo de velho que haja em casa. Também se usaram nos velhos entrudos portugueses a vassourada e as bordoadas com colheres de pau etc.."
Bizarrias...
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AURORA
(Mário Lago-Roberto Roberti, 1940)
Se você fosse sincera
Ô ô ô ô Aurora
Veja só que bom que era
Ô ô ô ô Aurora
Um lindo apartamento
Com porteiro e elevador
E ar refrigerado
Para os dias de calor
Madame antes do nome
Você teria agora
Ô ô ô ô Aurora
CABELEIRA DO ZEZÉ
(João Roberto Kelly-Roberto Faissal, 1963)
Olha a cabeleira do zezé
Será que ele é
Será que ele é
Será que ele é bossa nova
Será que ele é maomé
Parece que é transviado
Mas isso eu não sei se ele é
Corta o cabelo dele!
Corta o cabelo dele!
CACHAÇA
(Mirabeau Pinheiro-Lúcio de Castro-Heber Lobato, 1953)
Você pensa que cachaça é água
Cachaça não é água não
Cachaça vem do alambique
E água vem do ribeirão
Pode me faltar tudo na vida
Arroz feijão e pão
Pode me faltar manteiga
E tudo mais não faz falta não
Pode me faltar o amor
Há, há, há, há!
Isto até acho graça
Só não quero que me falte
A danada da cachaça
CAN CAN
Tem francesinha no salão
Tem francesinha no cordão
Ela é um sonho de mulher
Vem do folies bergères
Uh lá lá trés bien!
Maestro ataca o can can!
CHIK CHIK BUM
(Antônio Almeida, 1941)
Chik chik chik chik chik bum!
Chik chik chik chik chik bum!
Pare o bonde, pare o bonde
Que inda vai entrar mais um
Quando eu pego o bonde errado
Vou até o fim da linha
E pra desfarçar as mágoas
Vou tocando a campainha
Outro dia eu distraí
Passeando com meu bem
Peguei o estrada de ferro
Pensando que fosse um trem
CHIQUITA BACANA
(Braguinha-Alberto Ribeiro, 1949)
Chiquita bacana lá da Martinica
Se veste com uma casa de banana nanica
Não usa vestido, oi! não usa calção
Inverno pra ela é pleno verão
Existencialista com toda razão
Só faz o que manda o seu coração, ôi!
CHUVA SUOR E CERVEJA
(Caetano Veloso, 1971)
Não se perca de mim
Não se esqueça de mim
Não desapareça
A chuva tá caindo
E quando a chuva começa
Eu acabo de perder a cabeça
Não saia do meu lado
Segure o meu pierrô molhado
E vamos embolar
Ladeira abaixo
Acho que a chuva
Ajuda a gente a se ver
Venha veja deixa beija seja
O que Deus quiser
A gente se embala, se embola
Se enrola, só pára
Na porta da igreja
A gente se olha
Se beija, se molha
De chuva suor e cerveja
CIDADE MARAVILHOSA
(André Filho, 1934)
Cidade maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa
Coração do meu Brasil
Cidade maravilhosa
Cheia de encantos mil
Cidade maravilhosa
Coração do meu Brasil
Berço do samba e das lindas canções
Que vivem n'alma da gente
És o altar dos nossos corações
Que cantam alegremente
Jardim florido de amor e saudade
Terra que a todos seduz
Que Deus te cubra de felicidade
Ninho de sonho e de luz
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"O conhecimento da verdade, o dizer sim à realidade, constituem para o forte a mesma necessidade que, para o fraco, sob inspiração da fraqueza, são a cobardia e a fuga ante a realidade, o "ideal"!
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"A espiritualidade superior e independente, a vontade de solidão, a razão grande são sentidas como perigosas; tudo o que eleve o indíviduo acima do rebanho e amedronte o próximo, chama-se a partir de agora, "mau"; a mentalidade tolerante, modesta, submissa, igualitária, a mediania dos desejos, recebem nomes e honrarias."
Frederico Nietzche
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hoje
o sino da minha aldeia...
tocou a rebate
e o céu estava lindo
de azul
o sol espreitava quente...
(e o dia...até estava chuvoso...)
oh
quanta alegria
o sino da minha aldeia
há tanto tempo não mergulhava
o som no ar turbulento
do meu caminhar...
(1984)
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Quem como eu em silêncio tece
Bailados, jardins e harmonias?
Quem como eu se perde e se dispersa
Nas coisas e nos dias?
Sophia de Mello Breyner Andresen
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...há dias...e dias....onde nada acontece em termos da escrita mesmo divina e selvagem...só me lembro de imitar a "lulu" que divinamente meiga...com a mesma dose de selvajaria grita de mimalhice...a pedir colo...e a ronronar...ternuras...querendo estar sempre no aconchego do colo...do pescoço...onde se enrola ...e como se não chegasse com as patinhas no rosto...dilimitando território...que considera seu...e ninguém se pode mexer...pois grita logo todo o mimo em garras que cheiram a doce e a um inexplicável sentir....que só os amantes de gatos...entendem...porque estudaram a sua linguagem...a linguagem gatal...que tem muito que se lhe diga...e transmite uma paz e uma grande dose de tranquilidade...assim como um agradecer por tudo isto...e que afinal vale a pena...não só as pessoas...mas também estes queridos seres que tanto dão...e ensinam...
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
Da 3ª classe do navio ao comando do império
O livro ?Meu Pão com Açúcar?, editado em 1998, por ocasião dos 50 anos do grupo, conta a trajetória do patriarca da família Diniz, revelando a trajetória do garoto de 16 anos, decidido a ser comerciante, que deixou a cidade natal, em Portugal, no ano de 1929, rumo ao Brasil ? para realizar seu desejo e construir ?o império na área de abastecimento?, transformar o grupo em multinacional, enfrentar crises, inclusive familiares, que quase o levaram à falência na década de 80, e recuperar-se.
A neta Ana Maria Diniz relata na apresentação do livro: ?A coragem de meu avô ao sair de Portugal sozinho, com 16 anos, e tomar um navio rumo ao desconhecido, rumo ao sonho, sempre foi uma coisa que me intrigou muito. Por outro lado, sempre vi coragem correndo nas veias desta família Diniz à qual pertenço. Coragem expressa das mais diversas formas: numa decisão de comprar uma empresa enorme, de desafiar as barreira da velocidade de carro, a cavalo ou apenas com tênis nos pés... Talvez toda essa coragem, tenha origem realmente na iniciativa de nosso patriarca de mudar sua vida e começar uma grande história.?
Em outro trecho, diz o livro que ao embarcar, em 1929, na terceira classe do navio Almanzora, que o traria ao Brasil, ?seu? Santos, foi listado como operário. Nunca foi. Já nessa época ele tinha certeza de que queria ser comerciante. Também nunca trabalhou nas lavouras de café, como muitos imigrantes que vieram ao Brasil. No dia 25 de novembro de 1929, Valentim estava no convés do navio e, ao avistar um maciço de pedra adiante, ouviu alguém dizer: ?É o Pão de Açúcar?, nome que não se perderia na memória ? e batizou seu primeiro negócio.
Do desembarque no porto de Santos, Valentim foi para a casa do tio-avô José Tenreiro, na Mooca. O primeiro e único emprego em sua vida foi em um empório, indicado por um conhecido. Sua função era entregador e caixeiro do Real Barateiro. Aos 22 anos, casou-se com Floripes Pires, em 15 de fevereiro de 1936, primeira brasileira de uma família portuguesa. O casal foi morar na Brigadeiro Luís Antônio.
A partir de 1986, a então sólida estrutura do grupo ameaça ruir. O patriarca dos Diniz, então com 73 anos, preparava sua sucessão, contando com a participação de todos os seis filhos na empresa, os homens (Abílio, Alcides e Arnaldo) na diretoria executiva. Mas houve divergências entre os irmãos sobre a condução da agora sociedade anônima Companhia Brasileira de Distribuição (CBD). Para evitar a dissolução do grupo, Valentim reassumiu a presidência em 1988. Alcides vende suas ações e afasta-se da empresa e Abílio passa a vice-presidente.
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ELZA YURI HATTORI
Valentim dos Santos Diniz, fundador do grupo Pão de Açúcar, de 90 anos, ainda acorda cedo e vai trabalhar todos os dias.É o primeiro a chegar e o último a sair da empresa
A passagem do tempo parece não fazer muita diferença para Valentim dos Santos Diniz. O patriarca da família Diniz, fundador do poderoso grupo Pão de Açúcar, maior rede varejista do país, completa 91 anos dentro de sete meses. Mas não lembra, nem de longe, a figura de uma pessoa idosa, que poderia, com todo o direito que a idade lhe permite, estar se dedicando exclusivamente ao lazer, sem pensar mais em trabalho. Ou, o que seria pior, estar dependente de terceiros.
Muito pelo contrário, ?seu? Santos, como é chamado carinhosamente por todos que o rodeiam, continua a todo vapor. Acorda cedo e às 7h30, diariamente, ele já está chegando ao escritório, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, na matriz do Pão de Açúcar, onde ocupa o cargo de presidente honorário do conselho de administração. O filho mais velho, Abílio, preside o conselho.
Elegante, sempre de terno e gravata ? acessório que começou a usar ainda adolescente, no primeiro e único emprego como caixeiro e entregador de um empório paulista, em 1929 ?, ?seu? Santos faz questão de participar, hoje em dia, da reunião da diretoria executiva do grupo, agora profissionalizada. Embora não exerça cargo executivo, ainda dá opiniões no encontro que acontece todas as segundas-feiras.
?Ele é sempre o primeiro a chegar e o último a sair?, confirmam funcionários. Para quem pergunta se não está na hora de se aposentar, ele responde: ?Não penso em parar de trabalhar. Agora que fiz 90 anos??, diz, bem-humorado. Prova de sua disposição é que as tardes, todo os dias, são reservadas para visitar as lojas do grupo, perto ou longe do escritório.
Agilidade
A audição de ?seu? Santos não está mais 100%, o que o obriga a usar aparelho auditivo. Mas as pernas continuam muito bem. Tanto que no dia em que recebeu a equipe do DIÁRIO, repórter, fotógrafa, um funcionário da loja e o assessor do grupo tiveram de se dividir pelos corredores do supermercado número 1 e apressar os passos para encontrar ?seu? Santos, que circulava agilmente, primeiro pelo setor de vinhos, depois de frutas e legumes.
?Ele faz questão de conhecer todas as lojas?, confirma o inseparável segurança Capuano, que acompanha ?seu? Santos há 15 anos. ?Mas não dá trabalho?, garante.
Uma das coisas que ?seu? Santos mais gosta de fazer nas lojas é abordar os clientes, conversar e trocar idéias, com visitantes e funcionários. Na loja número 1, ao lado do escritório do grupo, enquanto recebia o DIÁRIO, ?seu? Santos aproximou-se da cliente Irene Linda e apresentou-se como o fundador do Pão de Açúcar. ?Eu sei, o senhor é muito famoso?, respondeu a consumidora, que pediu mais variedade de produtos orgânicos.
Cavalheiro, Valentim beijou a mão de Irene. O assessor da rede informou que a reivindicação da cliente já está nos planos da empresa, mas uma das dificuldades é a falta de fornecedores dessas mercadorias.
?Esta loja (a número 1) foi a primeira que fundei. Era uma residência muito grande, onde instalei a Doceira Pão de Açúcar (dia 7 de setembro de 1948) e depois o primeiro supermercado. Gosto de coisas grandes e de coisas boas. Por isso sempre pensei em criar uma rede. Assim chegamos a 16 estados ?, conta ?seu? Santos, pioneiro do hipermercado no país.
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
Espero que não te esqueças de mim...
Espero "ver-te" mais logo ao fim da tarde...
Espero...
Espe...
Esp...
Es....
E...
Es...
Esp...
Espe...
Espec...
Especi...
Especia...
Especial...
(Pseudónimo-Gaulês de uma figa!!!)
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
bi·o·log·i·cal ( P ) Pronunciation Key (b-lj-kl) also bi·o·log·ic (-ljk)
adj.
Of, relating to, caused by, or affecting life or living organisms: biological processes such as growth and digestion.
Having to do with biology.
Related by blood or genetic lineage: the child's biological parents; his biological sister.
n.
A preparation, such as a drug, a vaccine, or an antitoxin, that is synthesized from living organisms or their products and used medically as a diagnostic, preventive, or therapeutic agent.
"Biological" - AIR
Thousands of hairs
Two eyes only
Its you
Some skin
Billions of genes
Again its you
XX XY
That's why it's you and me
Your blood is red
It's beautiful genetic love
Biological
I don't know why I feel that way with you
Biological
I need your DNA
Your fingerprints
The flesh, her arm, your bones
I'd like to know
Why all these things move me
Let's use ourselves to be as one tonight
Apart of me would like to travel in your veins
Biological
I don't know why I feel that way with you
Biological
I need your DNA
uma extroversão de encapuzado extrovertido 0 encapuzado(s)
A deusa gato egípcia, Bastet era estritamente uma divindade solar, simbolizando o calor benéfico do sol, até a chegada da influência grega na sociedade egípcia, quando se transformou em uma deusa lunar devido aos gregos que a associavam com Artemis.
Bastet foi adotada no mito de Osíris-Ísis como sua filha porque os gregos igualaram-na com Diana e Artemis e a Hórus com Apollo, (esta associação, entretanto, nunca foi feita precedente à chegada da influência helenistica no Egito). É considerada mãe do deus leão Mihos (que foi adorado também em Bubastis, junto com Thot).
Datada da 2º dinastia (aproximadamente 2890-2686 a.C.), Bastet representada originalmente como um gato selvagem do deserto ou como uma leoa, somente tornou-se associada com felinos domesticados por volta do ano 1000 a.C. Foi comparada geralmente com o Sekhmet, deusa leão de Mênfis, Wadjit e Háthor.
Bastet era a " filha de Rá ", uma designação que a colocava na mesma categoria de deusas como Maat e Tefenet. Inclusive, Bastet era considerada como um dos " olhos do Rá ", o título do deus da vingança que é enviado para devastar os inimigos do Egito e de seus deuses.
O culto de Bastet foi centrado em Bubastis (situado na região do delta) ao menos durante a 4º dinastia. Bubastis foi feita famosa pelo viajante Heródoto no século IV a.C., quando descreveu em seus anais um dos festivais periódicos que ocorriam em honra à Bastet, distinguidos pelas danças, o vinho e as orgias além das mumificações e sepultamentos com honras divinas dos gatos consagrados à deusa.
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
Tribo da Música
Flauta , Clarinete & Sax
Flauta
Genericamente, uma flauta é qualquer instrumento com uma coluna de ar contida em um corpo ôco e posta em vibração por uma corrente de ar originada nos lábios do executante em contato com o bocal. Sua simplicidade a torna num dos instrumentos musicais mais antigos conhecidos pelo homem, pois pode ser feita a partir de uma simples canícula de bambu. Tipos encontrados:
FLAUTA TRANSVERSA - feita em madeira ou metal, cobrindo 3 oitavas (ou mais), 13 orifícios principais, orifícios menores para efeitos e um sistema de chaves que aumentam o seu desempenho. É soprada lateralmente e a embocadura dos lábios é fundamental para uma boa execução.
FLAUTA DOCE - feita em madeira, com 7 orifícios para os dedos e um para o polegar, cobrindo 2 oitavas. É soprada pela extremidade, através de bocal com apito. A História da Flauta Doce tem maiores detalhes.
FLAUTA DE PÃ - feita em tubos de comprimentos graduados, ligados uns aos outros em feixe ou lado a lado. Os tubos não têm bocal e são soprados com os lábios tangenciando as extremidades superiores. Eram muito populares entre os etruscos e gregos já no século VI a.C. Atualmente é uma peça importante na música folclórica da Romênia, Birmânia, Oceania e nos países andinos.
FLAUTA-VASO - modelo em que o corpo do instrumento é esférico ou em forma de vaso. Sua origem remonta ao antigo Egito, onde a partir de uma cabaça ou de um côco seco eram vistas como instrumentos de poderes mágicos. Os encantadores de serpente utilizam muito esse tipo de flauta.
FLAUTIM - também chamado "piccolo", tem metade do tamanho da flauta transversa (orquestral) afinado em uma oitava acima.
OCARINA - flauta-vaso geralmente feita de barro, de formato alongado. Em um dos lados há um tubo achatado, com orifício na base. O instrumentista sopra pelo tubo, colocando em vibração a massa de ar dentro do instrumento. O modelo ocidental apareceu em meados do século XIX na Itália, com 8 orifícios para os dedos na parte frontal e 2 para os polegares na parte posterior. Veja mais em Playing the ocarina.
SAQUACHI - tipo de flauta em bambú muito usada na China e Japão. De construção muito simples, alcança notas altíssimas e casa bem com a delicadeza e a poesia da música oriental.
Clarinete
A Clarineta ou Clarinete pode ser chamada pelos dois nomes, era um instrumento fabricado geralmente com madeira rara e especial, o ébano, mas hoje em dia, a maioria dos novos instrumentos é feita com materiais sintéticos que imitam a antiga matéria prima como o ébonite e outras resinas.
....Em sua família podemos encontrar também a Requinta o Clarone e o Clarinete Contra-Baixo.
....Possui a maior extensão entre todos os instrumentos de sopro (quase 4 oitavas), e é um dos mais versáteis sendo utilizado em orquestras clássicas, big bands, bandas militares, e também em rodas de choro.
.... Atualmente pode ser ouvida em diversos estilos e com músicos famosos como Paulo Moura e Paulo Sérgio Santos - Brasil , Eddie Daniels - EUA
.... Sendo cultuado inclusive por personalidades de outras áreas como o escritor, ator e diretor de cinema aficcionado em jazz Woody Allen.
Sax
O Sax Alto é um dos mais populares na família dos saxofones, a maioria dos iniciantes começa com ele por ser barato, leve e fácil de manusear. ....Além disso ainda é versátil e bastante expressivo tendo uma extensão de notas que abrange por volta de 3 oitavas.
....É mais equilibrado para alcançar notas médias e agudas, podendo dele ser tirado do som mais aveludado ao mais rasgado, é tão utilizado para fazer solos Pop , quanto de Jazz, ou até mesmo chorinho, baladas românticas e música erudita.
.... Foi popularizado por volta de 1940 pelo criador do estilo Be-bop Charlie Parker, também conhecido como "Bird".
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
- no liqüidificador colocar:
3 punhados de jornal molhado
a quantidade de água fica a critério do professor, o liquidificador tem que triturar o papel, com pouca água ele não bate.
1 colher de sopa de cola branca
4 gotas de óleo de cravo ( para não embolorar)
um pouco de guache para dar a cor no papel
Rasgue o papel em pedaços do tamanho de um selo. Encha o copo do liquidificador com água até ¾ da capacidade, e os demais ingredientes.. Depois, coloque um punhado dos papéis rasgados e bata. Coloque a massa em uma bacia quadrada.
Usa-se um molde que pode ser o mesmo empregado na feitura de telas de silkscreen. Ele é feito com duas molduras de madeira, uma vazada e a outra com tela de mosquiteiro esticada. Coloque o molde dentro da bacia na vertical e vá inclinando aos poucos até que fique completamente na horizontal e já mergulhado por inteiro.
Tire o molde com cuidado, deixe escorrer um pouco da água e retire a moldura vazada.
Coloque um pedaço de toalha velha levemente úmida em cima da massa. Coloque a polpa sobre o pano, virando-a em movimento circular, com bastante calma e cuidado.
Cubra com outro pano absorvente e pressione com um pedaço de madeira ou livros. Deixe secar.
7º Passo:
Picar em pedaços pequenos o papel reciclado e distribuir um pouco para cada criança. Cada criança deverá receber um pedaço de papel canson A4 e deverá fazer uma colagem com os pedacinhos de papel reciclado, podendo completar sua colagem, com lápis de cor, canetinha etc...
8º Passo:
Contar para as crianças como é o processo da confecção do papel em gráficos. Mostrar fotos e mostrar vários tipos de papel. Ex.: sulfite, jornal, cartolina, papel espelho, cartão etc...
9º Passo:
Fazer uma avaliação oral com a classe sobre a atividade e sobre o trabalho desenvolvido. Expor os trabalhos para que todos possam apreciar o trabalho de cada colega.
SUGESTÃO
Caso a escola possua INTERNET, existe um site, onde há um desenho animado, que conta a história do papel desde o Egito até a gráfica hoje em dia. Aparece na tela, a história escrita, e um personagem animado contando a história e emitindo sons.
Site: http://www.mercante.com.br/bloch.html
DICA:
A professora poderá levar a classe a uma fábrica de papel para que possam vivenciar a produção de papel industrial.
PROCESSO DE FABRICAÇÃO INDUSTRIAL
É na floresta, em meio às fantásticas criações da natureza, que inicia-se o envolvente processo de produção da celulose, papel e cartão.
Nas florestas plantamos eucaliptos, que após sete anos, estão prontos para se transformar em papel.
As toras menores são utilizadas para a produção de energia nas cadeiras de biomassa, as maiores vão para o pátio de madeira e em seguida para o picador onde se transformam em cavacos.
Do pátio de cavacos eles vão para o digestor para serem cozidos com produtos químicos e se transformarem em pasta de celulose.
Esta pasta segue para a mesa plana da máquina de papel e inicia-se a formação da folha, que é prensada, seca e enrolada, formando grandes rolos de papel. Os enormes rolos são transformados em bobinas menores que podem ir direto para o uso... ou então cortadas em folhas de diversos formatos. Este papel está pronto para ser utilizado, transformando-se em cadernos, livros, revistas, embalagens, talões de cheques, pastas e calendários...
Por Claudia Santa Paula e Maria Carolina Sampaio
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
vou comprar dois automóveis
um pra mim outro pra ti
vou comprar mais dois imóveis
um prá mim outro pra ti
mas isso não constrói nada
porque o que você precisa
não se pode comprar
porque o que você precisa
não se encontra num bar
porque o que você precisa
é muito sim é muito singular
eu sou teimoso
eu vou comprar dois automóveis
um pra mim outro pra ti
vou comprar mais dois imóves
um pra mim outro pra ti
vou jogar toda esperança
numa conta de poupança
pra você gostar de mim
mais isso não costrói...
vou levar você pra copa
vou lhe mostrar toda europa
pra você gostar de mim
(Vital Farias)
uma extroversão de Anónimo 0 encapuzado(s)
O PRIMEIRO PROBLEMA:
MEDITAÇÃO D´UM PINTO RACIONALISTA.
.................Que coisa tão estranha!
Admirável! mas que grata mudança!
Fóra da prisão, a luz me expando,
E minha ideia por seu caminho avança,
Tão livre como as pernas que ando.
.................Não mais comprimido em tão triste aperto,
Posso ver, tocar, sondar, analysar,
.................E assim de tudo ficar certo.
Um pinto livre-pensador ficar na duvida!?
Pois na duvida sem duvida estou.
Muito me incommoda tão intrincado problema:
Porém não recuo: não largo o meu thema.
Não me cegam. Com a cegueiranão me dou!
................Ora vamos a ver.
Primeiro, quero saber como eu ali entrei:
Depois, onde me achava outr`ora:
E mais; porque não sahi senão agora.
................E tem que ver!
São tres problemas (entre muitos mais):
Fazem-me o cerebro adoecer.
................Mas meditemos:
Como sei eu se jamais estive alli dentro?
Ora, reflectindo bem, na realidade,
Acho contra a minha razão e dignidade
................Admittir que eu podesse habitar
N`um logar tão acanhado
................Como é a casca que venho de calcar!
Está claro: não podia!Pois não cabia:
Corpo, bico, pernas e azas,
E estes grandes pensamentos: podia? Ali?!
Eu trato essa ideia com o maior desprezo.
E`coisa incrivel. Declaro, e repito,
(E eu sou um pinto fino e teso)
Que o que não comprehendo, também não acredito.
Mas então eu dónde vim? Sim, d`onde?
Isto custa a dicifrar.
Ah! já sei! escuso de cogitar,-
Tudo é formado por uma força plástica,
De certos atomos achados no espaço,
Fortuitamente concorrentes por ali...
............Ora ahi está! E`tão claro o caso,
Como que eu agora estou parado aqui.
............Quem é que fallava?
Minha mãe a ralhar! Era o que faltava.
Tão ignorante, tão preocupada,
E, nas ideias da epocha, tão atrasada.
O que é velho não posso receber!
............Diz ella: tu estás tôlo, meu pintainho,
Isso é tão facil de perceber
Como a casca que trazes no lombinho.
............No meu lombinho? Que fanatismo!
Não creio que alli esteja.
Não a vejo; e digo, e repito,
Contra tanto e tão absurdo mysticismo,
Que n`aquillo que não vejo, também não acredito.
Jacob Horner
(tradução de J.S.C.)
1910Typographia Eduardo Roza
29, Rua da Magdalena, 31
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(Quintãs (Barrô)
-Venho da beira do rio,
De regar o meu nabal;
Uma silva me prendeu
O laço do avental.
-O laço do avental,
A renda do meu vestido,
Ó prima, ó rica prima,
Deixa-m`ir dormir contigo.
Deixa-m`ir dormir contigo,
Uma noite não é nada...
Eu entro pelo escuro
E saio de madrugada...
-Nem entras pelo escuro,
Nem sais de madrugada;
Eu sou rapariga nova,
Não quero andar difamada.
Não quero andar difamada,
Nem quero perder meu bem,
Não quero dar mau viver
Ao meu pai e à minha mãe.
Cancioneiro de Resende
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Ser ludibriado; ficar desapontado, desiludido; sofrer uma grande decepção. (existem diversas expressões correspondentes a ficar com uma grande cabeça. Temos assim: ficar com uma grande cachola; ficar com um grande melão; ficar com uma grande mona; ficar com uma grande pinha. Tanto cachola como melão, mona e pinha significam cabeça. Mas em vez de ficar com uma grande cabeça, podemos dizer ainda: ficar com um grande pneu, ficar com um grande nariz e ficar com uma grande penca. Enfim, é tudo o mesmo que ficar de beiça caída ou, então, ficar de orelha murcha).
NOVO DICIONÁRIO DO CALÃO
(Afonso Praça)-Circulo de Leitores
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Alex's adventures are a kind of psychological myth. Our subconscious finds release in Alex, just as it finds release in dreams. It resents Alex being stifled and repressed by authority, however much our conscious mind recognizes the necessity of doing this.
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Stanley Kubrick, 1971
Alex:
There was me, that is Alex, and my three droogs, that is Pete, Georgie Boy and Dim. And we sat in the Korova Milk Bar trying to make up our rassoodocks what to do with the evening. The Korova Milk Bar sold milk plus - milk plus vellocet or synthemesc or drencrom which is what we were drinking. This would sharpen you up and make you ready for a bit of the old Ultra-Violence.
Bum:
In Dublin's fair city Where the girls are so pretty I first set my eyes on sweet Molly Malone As she wheeled her wheelbarrow Through streets broad and narrow Crying Cockles and Mussels Alive, Alive, OH
Alex:
One thing I could never stand is to see a filthy old drunky howling away at the filthy songs of his fathers and going Blerp Blerp in between as it might be a filthy old orchestra in his stinking rotten guts. I could never stand to see anyone like that whatever his age might be. But more especially when he was real old like this one was.
Bum:
Can you spare some cutter me brothers? Oh, go on do me in ya bastard cowards. I don't want to live anyway not in a stinking world like this.
Alex:
Oh? And what's so stinking about it?
Bum:
It's a stinking world cause there's no law and order any more. It's a stinking world because it lets the young get on to the old like you've done. Oh, it's no world for an old man any longer. What kind of a world is it at all? Men on the moon and men spinning around the earth and there's not no attention paid to earthly law and order no more. Oh dear dear land I fought for thee
Alex:
It was around by the derelict casino that we came across Billy Boy and his four droogs. They were getting ready to perform a little of the old in-out, in-out on a weepy young devotchka they had there. Ho Ho Ho if it isn't fat stinking Billy Goat Billy Boy in poison. How are thou, thou globby bottle of cheap stinking chip-oil. Come and get one in the yarbles, if you have any yarbles you eunich jelly thou.
http://www.indelibleinc.com/kubrick/films/clockwork/
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O sabat seria a festa da Lua Cheia (shabater = parar; a Lua pára de crescer);depois, a festa ter-se-ía estendido a cada uma das quatro fases do ciclo lunar, juntando-se, assim, à festa do sétimo dia. É a esta tradição antiga, mais do que ao texto bíblico do Génesis, que está ligado o sabat das feiticeiras. Segundo a lenda, elas saíam a cavalo nas suas vassouras e reuniam-se numa clareira onde faziam um grande tumulto e se entregavam a cenas delirantes e pavorosas. É este o aspecto nocturno do símbolo do sétimo dia:quando Deus descansa, os demónios agitam-se.
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Pudéssemos nós, pelo arco, conquistar
as vacas
e a difícil colheita, pelo arco ganhar
as severas batalhas!
o arco é o tormento do inimigo;
alcancemos pelo arco todas as regiões
do espaço!
(Rig-Veda, 6 75)
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Os raios partirão como setas bem dirigidas,
os quais serão desferidos das nuvens,
como de um arco, bem distendido, sobre o seu alvo...
O sopro do Omnipotente levantar-se-á contra eles
e dispensá-los-á como um furacão.
A iniquidade fará de toda a terra um deserto,
e a malícia derribará os tronos poderosos!
(Sabedoria, 5 21-23).
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Simbolo teofânico, que manifesta a temível omnipotência de Deus. Enquanto a tormenta pode ser o prelúdio de uma revelação, a tempestade é uma manifestação da cólera divina e, às vezes, um castigo:
Desceste até às fontes do mar e passeaste pelas profundidades do abismo?
Abriram-se-te, porventura, as portas da morte?
Viste as portas da tenebrosa morada?
(Job, 38, 8-17).
Javé, dirigindo-se aos homens, desafia-os a realizar acções como as suas; dá-lhes uma lição de humildade, ao mesmo tempo que afirma o seu poder incomparável. A imagem da tempestade está no centro da sua demonstração.
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...às vezes eu gostava de estar ali...no...esconder-me ali...mas sempre criança...com a ingenuidade do ser criança...e não ter que passar pelo mal entendido...do que sentiu mal a minha pureza...a minha vontade de dar...e me identificou como um adulto sem carácter...prepotente...pronto a engolir a sua privacidade...a sua alma...a sua ternura...para a chicotear...sei lá...ter a facilidade de me refugiar ali...e proteger-me das dúvidas...que assarapantam o adulto...cheio de impostas coisas do normal quotidiano...tão normal que já não pensa sequer....ou põe em dúvida...não...não era isto que me queria transmitir...era algo bonito...doce...e meigo...sem o acuso...praça pública do que decido...penso...e faço lei... e condeno...quero ir para esse lugar recôndito e onde tudo ainda é considerado inocente...e puro...e ficar ali...escondidinha e a mergulhar...no principiar...
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"Eu sentia que ele se apossava da minha vontade e desse sentimento resultava a noção de estar só no mundo com ele, o que estava longe de ser agradável.Era uma espécie de angustiante plenitude"
Natália Correia
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É perigoso mostrar ao homem até que ponto se assemelha aos animais sem lhe mostrar a sua grandeza. Também é perigoso mostrar-lhe muito a grandeza sem a baixeza. É ainda mais perigoso deixá-lo ignorar uma e outra. Mas é muito vantajoso representar-lhe as duas.
Pascal
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...quando olho os pampilhos...abandonados no acaso...da esquina...do muro...do monte...da berma...na terra da obra por acabar...nomomento do caminho...no campo por entre vacas que saboreiam o sol e a erva...é como uma deliciosa simbiose entre o meu eu e a meditação que me faz levitar na felicidade simples do amarelo ...que apanho e trago para as jarras do encantar...e desfolho em ternuras...do... sim...não...talvez...
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A radiestesia é uma ciência milenar. Numerosos pêndulos foram encontrados no Egito; no vale dos Reis. Na china, 2000 anos antes de nossa era, os radiestesistas usavam essa arte para encontrar fontes de água, minérios, e usavam também na agricultura. Roma foi construída sobre um lugar escolhido por um radiestesista etrusco que determinou a zona de influências, favoráveis para a implantação da cidade. Cada exército romano tinha um pelotão de radiestesistas, que usando varas de madeira detectavam fontes de água subterraneas necessárias à alimentação das tropas, enquanto os sacerdotes da Roma Imperial preferiam usar o pêndulo.
Durante a Idade Média o uso da radiestesia foi confundido com as práticas de magia negra e assim foi condenado pela inquisição, mas desde 1546, instrumentos de madeira ( forquilhas) são usadas novamente, principalmente na exploração do subsolo em toda a Europa.
De 1610 a 1638 mais de 150 minas foram descobertas pelo Marquês de Beausoleil e sua esposa Martine de Bertereau.
No século XVIII o interesse dos cientistas pela rabdomancia (nome antigo da radiestesia, rhabdos = vara /mancia = adivinhação) foi crescendo, Bleton, francês da região do Dauphiné pratica a radiestesia sem usar nenhum instrumento, quando ele passa sobre o leito de um rio subterraneo, seu corpo treme, sua respiração se torna ofegante e ele tem a sensação de estar com febre, ele é chamado pela rainha da França , Marie Antoinette,para achar as fontes que abasteceriam o palácio doTrianon (Versailles). Em 1780, um médico de Nancy, o doutor Thouvenel, convida Bleton para fins de pesquisa, e escreve um livro: memória física e medicinal mostrando as relações óbvias entre a forquilha, o magnetismo e a eletricidade, dez anos mais tarde ele continua suas pesquisas junto aos cientistas italianos, Spalanzani, Albert Fortis e Charles Amoretti. Desde do início do século XIX os radiestesistas começam à usar mais o pêndulo que a forquilha. Em 1890, os abades franceses Mermet e Bouly inventam o termo Radiestesia do latim radius (raio) e do grego aisthêsis (sensibilidade). Eles começam à fazer detecção à distância, comprovando esse progresso cientificamente.
Em 1904 o radiestesista Grisez descobre as minas de potássio na região da Alsácia especificando a profundidade exata da camada: 400 metros. E recebe em pagamento a quantia de três milhões de Francos-ouro, uma fortuna na época. Em 1929 é criado: A Associação francesa e internacional dos amigos da radiestesia, que conta em seu comitê de honra vários cientistas das academias de ciências e medicina da época . Quatro radiestesitas famosos do século XX: o Abade Bouly (1865 -1958) pai da radiestesia, o Abade Mermet (1866 - 1937) filho e neto de radiestesista conhecido como o príncipe dos radiestesistas, Henry de France (1872 - 1947) o aristocrata da radiestesia, ele é o primeiro à falar de intuição e, Joseph Treyve (1877 - 1946) mais de 840 fontes de água descobertas.
Desde de então a prática da radiestesia se expande no mundo inteiro crescendo muito no domínio da medicina, da psicologia, na harmonização de casas e terrenos, na agricultura e localização de fontes de água.
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Ingredientes:
1 lima
2 colheres de chá de açúcar
4 cubos de gelo (moído)
50 ml de cachaça
Preparação:
Corte a lima em 8 partes e coloque-a juntamente com o açúcar num copo. Amasse bem para misturar o sumo e o açucar: adicione o gelo e a cachaça.
Misture bem e sirva.
Fonte: bikini
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Quando se diz, às vezes, um talvez,
falando objectiva e sériamente,
é porque à certeza, já presente,
convém que o "sim" espere a sua vez.
O talvez social é mais freqüente,
quando agir é preciso e com esquivez,
usando da promessa, com altivez,
negativa driblar, bem simplesmente.
"Talvez eu vá; um dia destes talvez..."
Palavras ditas pós se presumir
que o talvez é melhor pra ocasião.
Há talvez que é vizinho da certeza.
Há talvez que sem muita subtileza,
antes de ser talvez, já era um não...
Talvez
(anónimo)
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"É curioso", comenta o guerreiro da luz consigo mesmo. "Encontrei tanta gente que - na primeira oportunidade - tenta mostrar o pior de si. Esconde a força interior atrás da agressividade; disfarça o medo da solidão com um ar de independência. Não acredita na sua própria capacidade, mas prega aos ventos as suas virtudes."
O guerreiro lê estas mensagens em muitos homens e mulheres que conhece. Nunca se deixa enganar pelas aparências, e faz questão de permanecer em silêncio quando tentam impressioná-lo. Mas usa a ocasião para corrigir as suas falhas - já que as pessoas são sempre um bom espelho.
Um guerreiro aproveita toda e qualquer oportunidade para ensinar a si mesmo."
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"Um guerreiro da luz sabe que certos momentos se repetem.
Com frequência, vê-se diante dos mesmos problemas e situações que já havia enfrentado; então fica deprimido, pensando que é incapaz de progredir na vida, já que os momentos difíceis estão de volta.
«Já passei por isto», reclama ele com o seu coração.
«Realmente, já passaste», responde o coração. «Mas nunca ultrapassaste.»
O guerreiro, então, compreende que as experiências repetidas têm uma única finalidade: ensinar-lhe o que não quer aprender."
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"No momento em que começa a andar, um guerreiro da luz reconhece o Caminho.
Cada pedra, cada curva, lhe dá as boas-vindas. Ele identifica-se com as montanhas e os riachos, vê um pouco da sua alma nas plantas, nos animais e nas aves do campo.
Então, aceitando a ajuda de Deus e dos Sinais de Deus, deixa que a sua Lenda Pessoal o guie em direcção às tarefas que a vida lhe reserva.
Em certas noite não tem onde dormir, em outras sofre de insónia. «Isto faz parte», pensa o guerreiro. «Fui eu quem decidiu seguir por aqui.»
Nesta frase está todo o seu poder: ele escolheu a estrada por onde caminhava agora, e não tem de que reclamar."
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