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sexta-feira, 4 de julho de 2008

O que vinha mesmo a calhar era...



... umas favas com chouriço (para ouvir até ao fim).

Inspirador. Grande Cid.

sexta-feira, 20 de junho de 2008

Isto anda lindo, anda!...



E agora que se acabou o Europeu, que vai ser de portugal?

quinta-feira, 19 de junho de 2008

Iates com gasóleo a 0,80€

Muito raramente divulgo ou comento, neste espaço, este tipo de situações, mas esta, para além de me inspirar para a criação de uma nova etiqueta "escândalo", merece ser partilhada.

Sabiam que...

Em Portugal, os iates e embarcações de recreio, através do Artº 29 do Cap. II da Portaria 117-A de 8 de Fevereiro de 2008, beneficiam de gasóleo ao mesmo preço das embarcações dos pescadores?

Bem, pensando melhor, talvez não seja necessário comentar...

terça-feira, 15 de abril de 2008

Era Uma Vez... O Espaço



Lembram-se quando acordávamos cedo ao fim-de-semana?
Para os desta geração... até dá aquele aperto no estômago...

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

É bom sujar-se


Há anúncios de tal forma bem feitos, que nos tocam.
Este, lembra-me a infância, os fins-de-semana livres, felizes, sem fim...

Saudades de ser criança...

sábado, 9 de fevereiro de 2008

O Café



"Chegou pela mão de Ricardo Pais para afrontar a pesada herança de Os Gigantes da Montanha, de Luigi Pirandello (1997), e regressaria, três anos depois, para a encenação da trilogia das Barcas, de Gil Vicente, monumento luso-dramático submetido a uma operação de desmistificação que só um olhar estrangeiro lograria alcançar.

Espectáculos marcantes, que muito rapidamente conquistaram um lugar cativo na memória afectiva do TNSJ, também porque neles se evidenciavam alguns sinais distintivos do nosso projecto artístico: a articulação de imaginativos e plurais jogos cénicos com uma rigorosa direcção de actores.

Encenador muito cá de Casa, era mais ou menos inevitável que Giorgio Barberio Corsetti a ela tornasse, agora para nos ajudar a ler o nosso primeiro Goldoni, dramaturgo também ele italiano, prolixo na regularidade e no génio, reformador da comédia europeia, precursor de um teatro do quotidiano.

O Café (La bottega del caffè, 1750) – um dos exemplos maiores da sua arte, material exigente para confronto e crescimento de uma trupe de actores que nos é tão familiar – é aqui revisto e desestabilizado por Corsetti, apostado em desocultar as suas pulsões mais secretas, situando-o numa abstracção que dá pelo nome de Veneza, lugar intranquilo agitado por águas que escondem profundidades insondáveis."

Bom... especialmente pela forma.


O Café

de >> Carlo Goldoni
encenação >> Giorgio Barberio Corsetti

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2008

RAP no seu melhor: Chamada insólita do INEM para os Bombeiros



Ricardo Araújo Pereira dá um poderoso contributo, através da sua arte, para a denúncia da situação.

sábado, 2 de fevereiro de 2008

Portugal no seu melhor: Chamada insólita do INEM para os Bombeiros



Será necessário alguém comentar? Que tal agir?

domingo, 16 de dezembro de 2007

O Território Audiovisual Português



"Nunca o mundo global da informação, da ficção e do entretenimento foi tão rico, complexo, diversificado, estimulante e desafiador; e nunca, desde o início dos canais privados, o mundo da televisão em Portugal foi tão empobrecedor, entorpecedor, alienante, estreito e fechado."

Aconselho a leitura atenta e respectiva reflexão a este interessante texto de opinião de Nuno Artur Silva, autor, fundador e director das Produções Fictícias.

quinta-feira, 26 de julho de 2007

Para reflectir...

"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma de nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."



Fernando Pessoa

terça-feira, 29 de maio de 2007

O Porto Aqui Tão Perto

"Eu matar não gosto muito mas saudades é diferente."

in "O Porto Aqui Tão Perto" de Sérgio Godinho

quarta-feira, 16 de maio de 2007

Portugueses trabalham mais um dia em 2007 para pagar ao fisco

"Os portugueses têm de trabalhar, em média, mais um dia este ano do que em 2006 a fim de conseguirem o rendimento suficiente para cumprir as obrigações fiscais do ano.

De acordo com dados da Faculdade de Economia da Universidade Nova, em parceria com a Associação Industrial Portuguesa (AIP), quarta-feira é o primeiro dia em que os portugueses estão finalmente a trabalhar «para si próprios», já que já completaram os 136 dias em que o seu rendimento serviu apenas para pagar IRS, IRC, IVA, contribuições sociais e outros impostos."

Assim, o «Dia da Libertação dos Impostos», que hoje se celebra, surge este ano um dia mais tarde face ao que aconteceu em 2006.

Ninguém diria...

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