quarta-feira, 3 de dezembro de 2003

gatos...a apanhar sol em telhados cobertos de ecos...divinamente selvagens...

...às vezes o sono corre mal...há eco de voz...que ultrapassa o silêncio...e toca a maturidade do sentir...a maturidade do só ser... do basta ser...e arrasta uma dor d`alma...talvez o barulho do silêncio
interrompido...tenha um outro nome...e o sentido de o transformar em eco...não passe de algo a que não se consegue resistir...qual história de brincar...o profundo de um perfume...só tem a ver com a cumplicidade da pele...

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