Jon & Vangelis foi um projecto musical formado pelo vocalista da banda Yes, Jon Anderson, e pelo músico grego Vangelis, nos anos 80.
O primeiro encontro de ambos terá acontecido em Londres, nos anos 70. Vangelis seria o substituto de Rick Wakeman nas teclas, o que acabaria por nunca acontecer. No entanto, Jon participou como vocalista nos álbuns de Vangelis Heaven and Hell (1975), See You Later (1980) e tocando harpa no álbum Opera Sauvage (1979).
A dupla trabalhou em conjunto de 1979 a 1991, produzindo êxitos como I Hear You Now, I'll Find My Way Home ou este Deborah. Anderson foi o autor das letras e Vangelis o compositor das músicas.
"Private Collection", de 1983, é um dos álbuns que nasceu fruto desta união. Um trabalho pessoalmente marcante que, através de "Deborah", não hesito em partilhar.
Um ladrão ataca um casal. A mulher morre e o homem fica à beira da morte. Porém, sobrevive, mas passa a sofrer de uma doença que o impede de gravar na memória factos recentes.
Um filme de Christopher Nolan, de 2000. Imperdível...
Diz a lenda que no ano 121, o imperador Wu Ti, da dinastia Han, desesperado com a morte de sua bailarina favorita, ordenou ao mago da corte que a trouxesse de volta do "Reino das Sombras", caso contrário, seria decapitado.
O mago usou a sua imaginação e, através de uma pele de peixe macia e transparente, confeccionou a silhueta de uma bailarina. Quando tudo estava pronto, o mago ordenou que no jardim do palácio fosse armada uma cortina branca contra a luz do sol e que esta deixasse transparecer essa luz.
Houve uma apresentação para o imperador e sua corte. Esta apresentação foi acompanhada de um som de uma flauta que "fez surgir a sombra de uma bailarina movimentando-se com leveza e graciosidade". Neste momento, teria surgido o teatro de sombras.
"Segundo o etos do povo Maori, Tama-nui-to-ra, o deus do sol, tinha duas mulheres, sendo uma delas Hine-raumati, a virgem do verão (perdendo este estatuto!), da qual nasceu Tane-rore, creditado pela origem da dança. Tane-rore representa o vento nos dias quentes de verão, na dança coreografado com o tremor de mãos.
O Haka são todas as danças típicas do povo Maori em que os homens se colocam à frente das mulheres. Estas fazem o apoio das vozes nas costas dos homens. É uma dança que demonstra a paixão, o vigor masculino e a identificação com a raça. É usada tanto para dar boas vindas a visitantes quanto para intimidação de tribos inimigas.
Actualmente o Haka é conhecido mundialmente pela performance de intimidação no início dos jogos de Râguebi da seleção da Nova Zelândia (All Black's)."
in wikipedia
Por detrás desta aparentemente violenta demonstração de poder, percebe-se a inspiradora grandeza da paixão que estes homens nutrem pelo desporto e, arriscaria, pela própria vida.
Parabéns, ainda, aos atletas da selecção portuguesa de Râguebi pelo exemplo, pela atitude, pela paixão pelo desporto e por todos os valores que a ele estão associados.
"King of Jazz" (Universal Studios-1930.) Paul Whiteman Orchestra interpretando "Rhapsody in Blue" com Roy Bargy no piano. Bailarinos: Russell Markert Dancers e Carla Laemmle.
Foi noticiado, na última semana, que, apesar de todas as questões relacionadas com a pirataria informática, a música clássica está a inverter essa tendência e a vender mais, especialmente entre um público-alvo mais jovem.
O smiley, o icon de emoções mais famoso da internet, festejou, no passado dia 19, 25 anos de vida.
"O norte-americano Scott E. Fahlman, professor de investigação da Carnegie Mellon de Pittsburg (Pensilvânia), é apontado como o primeiro a usá-lo. A ideia inicial supõe-se que fosse acrescentá-lo às frases depois de dizer uma piada para que ninguém tivesse dúvidas de que o que estava a ser dito era mesmo divertido.
Este desenho revolucionou a comunicação no ciberespaço ao conseguir vencer as limitações das palavras para expressar uma emoção positiva."
O passado nem sempre é algo envelhecido, a preto e branco, com cheiro a mofo.
Pode ser a vida em movimento. Uma redescoberta.
Neste "livro" virtual, é muito interessante o manuseamento do álbum, para a frente ou para trás, tocando na ponta superior, no meio ou na ponta inferior da página, que pode ser até arrancada, como se fosse um livro real .
Interpretando Blue Christmas : "Elvis The Pelvis", apelido pelo qual ficou conhecido na década de 50 devido à sua maneira extravagante e ousada de dançar.
Elvis Aaron Presley (East Tupelo, Mississippi, 8 de janeiro de 1935 — Memphis, Tennessee, 16 de agosto de 1977).
Elvis foi um extraordinário cantor, músico, actor e dançarino norte-americano.
"O Rei do Rock" é considerado como um dos maiores ícones da cultura popular mundial de todo o século XX e, ainda hoje, trinta anos após sua morte, é o detentor do maior número de "hits" e o que mais discos vendeu em todos os tempos, cerca de dois biliões de cópias vendidas.
Nasceu em 6 de Agosto de 1928, em Pittsburgh, nos E.U.A.; morreu em 22 de Fevereiro de 1987, em Nova Iorque.
Terceiro e último filho de emigrantes da Checoslováquia, de apelido Warhola, o pai, Andrei, veio para os Estados Unidos para evitar ser recrutado pelo exército austro-húngaro, no fim da Primeira Guerra Mundial. Em 1921 a mulher, Julia, juntou-se-lhe, tendo a família ido viver para Pittsburgh. Durante essa época Andy foi atacado por uma doença do sistema nervoso central, que o tornou bastante tímido.
Estudou no liceu de Schenley onde frequentou as aulas de arte, assim como as aulas do Museu Carnegie, instituição sedeada perto do liceu. A família, com base nas poupanças, conseguiu pagar-lhe os estudos universitários no célebre Instituto de Tecnologia Carnegie, a actual Carnegie Melon University, onde teve que se se esforçar bastante, sobretudo na cadeira de Expressão, devido ao seu deficiente conhecimento do inglês, já que a mãe nunca tinha deixado de falar checo em família. Por sua vez, nas aulas artísticas, em vez de ter Andrew criava problemas, ao não aceitar seguir as regras estabelecidas.
De qualquer maneira, devido ao fim da 2.ª Guerra Mundial, foi obrigado a abandonar o Instituto no fim do primeiro ano, para dar lugar aos soldados americanos desmobilizados, a beneficiar de entrada preferencial nas Universidades americanas com a passagem da Lei de Desmobilização (GI Bill). Alguns dos seus professores defenderam a sua permanência na instituição, e pôde por isso frequentar o Curso de Verão, que lhe permitiria reinscrever-se no Outono seguinte. Os seus trabalhos nesse Curso fizeram-no ganhar um prémio do Instituto e a exposição dos seus trabalhos. Acabou a licenciatura com uma menção honrosa em desenho, indo viver para Nova Iorque em Junho de 1949, à procura de emprego como artista comercial.
Contratado pela revista Glamour, começou por desenhar sapatos, mas os primeiros desenhos apresentados tiveram de ser refeitos devido às suas claras sugestões sexuais. Passou a desenhar anúncios - actualmente ainda muito normais na publicidade de moda nos EUA - para revistas como a Vogue e a Harper's Bazaar, assim como capas de livros e cartões de agradecimento.
Em 1952 a sua mãe foi ter com ele a Nova Iorque. Entretanto tinha retirado o «A» final do seu apelido e passado a usar uma peruca branca, bem visível por cima do seu cabelo escuro. Em Junho desse ano realizou a sua primeira exposição na Hugo Gallery: «15 Desenhos baseados nos escritos de Truman Capote». A exposição foi um sucesso não só comercial como artística, que lhe permitiu viajar pela Europa e Ásia em 1956.
Em 1961 realizou a sua primeira obra em série usando as latas da sopa Campbell's como tema, continuando com as garrafas de Coca-Cola e as notas de Dólar, reproduzindo continuamente as suas obras, com diferenças entre as várias séries, tentando tornar a sua arte o mais industrial possível, usando métodos de produção em massa. Estas obras foram expostas, primeiro em Los Angeles, na Ferus Gallery, depois em Nova Iorque, na Stable Gallery. Em 1963 a sua tentativa de «viver como uma máquina» teve uma primeira aproximação com a inauguração do seu estúdio permanente - The Factory - A Fábrica.
Andy Warhol passou então a usar pessoas universalmente conhecidas, em vez de objectos de uso massificado, como fontes do seu trabalho. De Jacqueline Kennedy a Marilyn Monroe, passando por Mao Tse-tung, Che Guevara ou Elvis Presley. A técnica baseava-se em pintar grandes telas com fundos, lábios, sobrancelhas, cabelo, etc. berrantes, transferindo por serigrafia fotografias para a tela. estas obras foram um enorme sucesso, o que já não aconteceu com a sua série Death and Disaster (Morte e Desastre), que consistia em reproduções monocromáticas de desastres de automóvel brutais, assim como de uma cadeira eléctrica.
Em 1963 começou a filmar, realizando filmes experimentais, propositadamente muito simples e bastante aborrecidos, como um dos seus primeiros - Sleep (Dormir) - que se resumia à filmagem durante oito horas seguidas um homem a dormir, ou Empire (Império), que filmou o Empire State Building do nascer ao pôr do sol. Mas os filmes foram tornando-se mais sofisticados, começando a incluir som e argumento. O filme Chelsea Girls, de 1966, que mostra duas fitas lado a lado documentando a vida na Factory, foi o primeiro filme underground a ser apresentado numa sala de cinema comercial.
Para além do cinema Warhol também foi produtor do grupo de rock-and-roll Velvet Underground, que incluía naquela época Sterling Morrison, Maureen Tucker, John Cale e Lou Reed e o cantor alemão Nico. Arranjou-lhes um local para ensaiar, pagou-lhes os instrumentos musicais e deu-lhes alguma da sua aura. Para além dos discos os Velvet e Warhol produziram o espectáculo Exploding Plastic Inevitable, que utilizava a música do grupo e os filmes do artista. Os Velvet, já famosos, entraram definitivamente na história ao darem o nome à revolução checa de 17 de Novembro de 1989 que derrubou pacificamente o regime comunista - a Velvet Revolution.
Em Junho de 1968 Valerie Solanas, uma frequentadora da Factory, criadora solitária da SCUM (Society for Cutting Up Men), entrou no estúdio de Warhol e alvejou-o quase mortalmente. O pintor demorou mais de dois meses a recuperar. Quando saiu do hospital tinha perdido muita da sua popularidade junto da comunicação social. Dedicou-se então a criar a revista Interview, e a apoiar jovens artistas em início de carreira, para além de escrever livros - a sua autobiografia The Philosophy of Andy Warhol (From A to B and Back Again) foi publicada em 1975 -, e apresentar dois programas em canais de televisão por cabo. A sua pintura voltou-se para o abstraccionismo e o expressionismo, criando a série de pinturas - Oxidation (Oxidação) - que tinham como característica principal o terem recebido previamente urina sua.
Em 1987 foi operado à vesícula. A operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte. Era célebre há 35 anos. De facto, a sua conhecida frase: «In the future everyone will be famous for fifteen minutes» (No futuro, toda a gente será célebre durante quinze minutos), só se aplicará no futuro, quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já têm a forma de nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
O Parlamento Iraquiano vai brevemente, pressionado pelo governo americano, votar uma lei que pode entregar a maioria do petróleo iraquiano a empresas estrangeiras.
"Uma mensagem do mundo para os iraquianos: Nós apoiamos o direito do povo iraquiano ter soberania sobre o petróleo do seu país. Nós rejeitamos a pressão do governo Bush e da indústria petrolífera multinacional para forçar os iraquianos a adoptarem a Lei do Petróleo colocada em votação. Essa lei arrisca permitir uma concessão extraordinária de direitos de lucro e produção para empresas estrangeiras. A riqueza do petróleo iraquiano deve ser dividida de maneira justa entre o povo iraquiano para permitir que o país seja reconstruído. Nós afirmamos o direito e responsabilidade do Parlamento Nacional Iraquiano em ter a decisão final sobre esse assunto e pedir que o presidente Bush e o congresso americano respeitem a soberania do Iraque. Estamos solidários com os líderes iraquianos que se opõe a essa interferência estrangeira que não é bem-vinda."
Uma das várias melodias que este motor consegue entoar através da variação de entrada do combustível e do diferente número de rotações. Para além de "God Save the Queen" , o motor "toca" também "We are the Champions" e o hino espanhol e o francês. Extraordinário...