Muitas vezes adiado, o disco dedicado ao repertório americano vem sendo acalentado pelo cantor desde quando morou em Londres, de 1969 a 1972, exilado do País após ser preso pela ditadura.
"Não tive nenhuma razão que me determinasse lançá-lo agora. A não ser que tomasse a decisão de não fazê-lo numa das várias vezes que desisti dele para sempre."
Caetano coloca seu sotaque em 23 faixas que somam mais de 75 minutos, numa seleção classificada por ele de "alienígena". Tem Bob Dylan, Kurt Cobain, Irving Berlin, Duke Ellington, Cole Porter, Elvis Presley, George e Ira Gershwin, Paul Anka, Stevie Wonder, Jerome Kern, Richard Rodgers, Arthur Hamilton assinando maravilhas que "já foram cantadas pelos melhores", segundo reconhece o cantor.
"Não supunha que pudesse fazer nada de relevante. Pode ser que minhas gravações suscitem algum interesse enviesado. Não espero mais do que isso." Os shows de lançamento do disco em São Paulo serão a partir do dia 14 de maio; Caetano ficará na Sala São Paulo por três fins de semana.
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