domingo, 28 de março de 2004

gavetas em sintonias com dores...e delícias...para diminuir as dores...do estar aqui desta forma...e o não saber estar de outra...

...muito pouca gente me conhece...pouca me conheceu...mas tu...albertina que descobri em papelinhos nas gavetas...meus tesouros...de ternuras...e que ainda hoje...me telefonavas com tanto mimo...pura concidência...ou talvez não...dizia eu...lia em dois pequenos papeis...um nem era postal ... era um simples guardanapo...: à maria papoila...que não gosta de "traições" e deste momento perdurará a luz desta vela verde (jantávamos na foz...) e um outro com um milhão de flores e "...enquanto "ouço"... o tejo....lembro-me de ti e dos teus desencontros...deliciosa e doce papoila..."e eu faço uma leve competição...com as pequenas coisas humanas... em palavras...que me transcendem...e me baralham por tanta incoerência... me magoam e com as quais tantas vezes não sei lidar...naif?...obrigado pelo maria papoila...obrigado pelo doce...obrigado pela tua deliciosa forma de me entender...e não me fazer sentir aquelas coisas que sabes...para não ter de me disfarçar...e ser sempre eu própria...mesmo que seja difícil de acreditar...

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